Vou começar te fazendo uma pergunta: Quem poderia ser um bom sócio pra você?

Pare para pensar em um bom candidato.

A princípio, você pode pensar em uma pessoa da família, em um amigo da faculdade, em um conhecido, alguém com quem você já teve boas experiências.

Porém, a pergunta fundamental é: Vale a pena ter um sócio no meu negócio?
De forma geral, SIM. Porém, a resposta não é assim tão superficial.

A cultura geral de quem pensa em sociedade é: DIVIDIR.
Dividir investimentos, dividir os riscos, dividir tarefas, dividir espaço, dividir oportunidades, etc.
Mas a forma correta de se pensar em sociedade deve ser: SOMAR.

Você e seu(s) sócio(s) precisam complementar um ao outro. Possuir habilidades e capacidades diferentes que se SOMEM. Assim, seu negócio passa a ter mais força.
Quando se pensa apenas em dividir, qualquer pessoa pode ajudar. Cada um assume uma parte e pronto. Mas, quando se pensa em SOMAR, a história muda. O planejamento precisa ser bem melhor.

1. E como saber se o meu sócio é a pessoa certa?

Primeiramente, como você viu, seu sócio deve te complementar. Vocês precisam formar um corpo, porém, como membros diferentes.

Depois, é preciso avaliar e alinhar com seu sócio os seguintes pontos:

  • Vocês possuem crenças e valores semelhantes?
  • Vocês possuem a mesma perspectiva para o futuro?
  • Ambos estarão comprometidos a fazer o negócio “acontecer”?

Estes pontos são fundamentais para manter a empresa de pé.

Sócio - Engenharia - Arquitetura - Escritório - Guia do Engenheiro

2. E depois que eu encontrar a pessoa certa?

Depois que vocês avaliarem que ambos podem somar de forma diferente à empresa, é hora de planejar e esclarecer o fluxo de caixa da empresa e as funções de cada sócio, pra não criar chefes “mandões” ou que “sugam” todo o dinheiro da empresa.

Determine a porcentagem de reinvestimento sobre o lucro líquido da empresa. Quanto vai ser direcionado às campanhas de marketing? Quanto será direcionado à compra de equipamentos e investimento em tecnologia? Qual o custo fixo de manutenção da empresa? E quanto será a porcentagem de remuneração dos sócios?

Defina também os limites das atribuições de cada sócio:

  • Qual é o processo de contratação de funcionários?
  • É permitido contratar familiares?
  • Quais decisões devem ser tomadas em conjunto e quais podem ser tomadas sozinhos?
  • Como serão as férias de cada sócio? (ACREDITE: tem sócio que quer férias todo mês!)
  • Etc…

E, por último, como será o processo de separação (em caso de desacordo)?

Quando você toma atitudes estratégicas como essas, as chances dos sócios cooperarem para o sucesso do negócio são muito maiores. E você sai da informalidade e da mera tentativa de abrir um negócio.

Depois de ler tudo isso, eu retomo a pergunta que fiz no início: QUEM SERIA UM BOM SÓCIO PARA SUA EMPRESA?

É bem provável que agora você pense com mais calma sobre o assunto, não?
Escolha de forma consciente e planeje estrategicamente a sociedade, que assim, os resultados serão muito melhores.

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Jonatas Rosa

JONATAS ROSA é engenheiro civil, empresário, fundador do Guia do Engenheiro e é proprietário de empresa de construções e reformas em Goiânia-GO. Começou a empreender desde antes de se formar e através de suas iniciativas empreendedoras vem impactando positivamente milhares de pessoas. Certificado em Adwords Fundamentals e em Adwords Search (Rede de Pesquisa do Google) pelo Google Academy for Ads. É autor de artigos na temática do Marketing de Serviços. Acredita no poder de transformação do empreendedorismo e se dedica a compartilhar seu conhecimento acerca dos métodos que mais oferecem resultados com pouco investimento.

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